Com texto de Cassiano Pellenz, escrito em 2006, e em sua segunda montagem, com direção de Rosane Celistre, a produção teatral “Princesa Colorida”, estreou no 21 de junho na cidade de Cachoerinha com agenda de espetáculos acontecendo agora nas cidades de Porto Alegre, Gravataí, Cachoerinha e Sarandi. A peça segue com agenda até o final de outubro por outras cidades.
Fotos: Chico Yang
Porto Alegre – 26 de julho
Gravataí – 23 de julho
Cachoerinha – 28 de julho
Sarandi – 05 de agosto
A Princesa Colorida nasceu diferente de todos os moradores do reino Cinza, lugar onde se passa a história, lá imperava um rei mandão e todo cinza e que proibia as cores de serem usadas por seus moradores, que se obrigavam a pintar tudo de cinza.
Com os anos, seus moradores acataram as regras do rei, se acostumaram à suas tolices.
A menina que tinha sido mandada embora do reino porque o rei e sua mãe haviam se separado, foi obrigada a morar longe dele, pois as cores da menina lembravam muito a sua mãe e o rei não gostava.
Um dia o bobo da corte, um conselheiro do rei, deu a ideia a ele de convidar Colorida a morar lá outra vez, mas a menina havia se tornada uma revolucionária das artes, sabia um pouco de tudo e era muito talentosa, ao chegar, pediu ao pai que fizesse um baile e até a hora da festa convenceu a todos mostrarem ao rei suas verdadeiras cores e aptidões, o rei acabou dando a ela a chance de fazer tudo diferente e as pessoas a escolheram para ajudar a fazer tudo colorido outra vez, sendo assim o povo ficou tão feliz que um dia ela se tornou a Rainha.
O trabalho também levará para o Café La Fiuza de Cachoerinha, a exposição dos artistas Rosane Celistre e Chico Yang “Princesa Colorida “. E um bate papo com os psicólogos Viviana Bonnes Costa e José Lucas que falam sobre a inclusão, tema que aborda a história.