Há mulheres que comunicam… e há mulheres que conectam. Rose Mazuco é, sem dúvida, daquelas que transformam presença em experiência, palavra em emoção e encontros em memórias.
Com um carisma que não se ensaia mas que nasce da verdade, Rose construiu uma trajetória marcada pela versatilidade e pela sensibilidade de quem entende que comunicar vai muito além de informar: é tocar, inspirar e criar pontes. Entre eventos culturais, coberturas nacionais e internacionais e projetos que valorizam histórias reais, ela se consolidou como uma voz autêntica e relevante, capaz de transitar com naturalidade entre diferentes universos.
À frente do programa Conexões, ela materializa aquilo que acredita: dar visibilidade a histórias que transformam. Mais do que entrevistas, são encontros genuínos que revelam a essência das pessoas e reforçam o poder das relações verdadeiras,algo que também se reflete em sua própria jornada, profundamente conectada à fé, à família e ao propósito.
Nesta edição, mergulhamos na história de uma mulher que vive a maturidade com consciência, liberdade e autenticidade, e que segue expandindo seus caminhos
Confira a entrevista na íntegra
1- Rose, o teu carisma é algo muito presente em tudo que você faz. Quem é a mulher por trás da artista e comunicadora que o público acompanha?
Por trás da comunicadora existe uma mulher profundamente conectada com a família, com a fé e com as relações verdadeiras. Sou movida por propósito e por aquilo que toca o coração. Tenho uma essência sensível, mas também muito determinada. Acredito que o carisma nasce da verdade e é isso que procuro levar em cada projeto, em cada encontro e em cada história que conto.
2- Você tem uma trajetória incrível marcada por versatilidade… Como essas experiências foram moldando tua carreira?
Cada experiência contribuiu de forma única para a construção da minha trajetória. Transitar entre comunicação, eventos culturais, sociais e entretenimento me trouxe repertório e uma visão mais ampla do mundo. Além disso, as coberturas nacionais e internacionais, incluindo festivais de cinema, ampliaram ainda mais minha percepção artística e profissional. Essa diversidade me tornou uma comunicadora mais completa, preparada e conectada com diferentes públicos.
3- O Programa Conexões tem como essência aproximar pessoas e histórias. Como surgiu esse projeto e qual é o principal propósito dele hoje?
O Conexões nasceu de um desejo muito genuíno de valorizar histórias reais. Sempre acreditei que cada pessoa carrega uma trajetória inspiradora. Hoje, o propósito do programa é justamente esse: criar pontes entre pessoas, gerar identificação e inspirar através de histórias que transformam. É um espaço de escuta, troca e conexão verdadeira.
4- Em breve você viverá uma experiência especial com o Conexões na Terra Santa. O que essa jornada representa?
Essa jornada representa um momento de profunda conexão espiritual e pessoal. Estar na Terra Santa é revisitar a fé, fortalecer valores e trazer ainda mais propósito para tudo que faço.
Profissionalmente, é uma oportunidade de levar ao público conteúdos com significado, sensibilidade e emoção , algo que vai muito além da informação.
5- Muitas mulheres encontram na maturidade uma fase de mais liberdade… Como você enxerga essa etapa?
A maturidade é uma fase de libertação e consciência. É quando nos reconhecemos com mais clareza, fazemos escolhas com mais segurança e entendemos o nosso valor. O empoderamento feminino está muito ligado a isso: se respeitar, se posicionar e viver com autenticidade, sem abrir mão da própria essência.
6-Recentemente você também foi destaque no Carnaval. Como foi viver essa experiência?
Foi uma experiência intensa, emocionante e muito especial.
O Carnaval é uma das maiores expressões culturais do Brasil e estar em evidência nesse cenário é uma honra.
É um momento de celebração, energia e conexão com o público. Vivi tudo com muita entrega e gratidão.
7-Você também participa de ambientes importantes da cultura e do audiovisual, como festivais de cinema inclusive em Los Angeles. De que forma esses espaços contribuem para sua visão artística e de comunicação?
Esses espaços são extremamente enriquecedores.
Participar de festivais de cinema, tanto no Brasil quanto em Los Angeles, me proporcionou um contato direto com diferentes culturas, narrativas e grandes nomes do audiovisual.
Isso amplia o olhar, traz mais sensibilidade e fortalece minha forma de comunicar. É uma troca constante de inspiração que impacta diretamente na forma como conto histórias e me conecto com o público.
8-Sobre as coberturas internacionais, incluindo o universo das lutas… como foi vivenciar esse cenário?
Foi uma experiência desafiadora e ao mesmo tempo transformadora. Estar em coberturas internacionais, especialmente em um universo tão intenso como o das lutas, exige preparo, presença e um olhar atento para traduzir tudo isso ao público. Foi uma vivência que agregou muito à minha carreira e ampliou ainda mais minha versatilidade como comunicadora.
9-Seu trabalho também demonstra sensibilidade com causas sociais… Qual a importância disso?
Acredito que visibilidade precisa estar alinhada com propósito. Ter um espaço de fala é também uma responsabilidade.
Apoiar causas sociais é uma forma de dar voz, de inspirar e de contribuir para um mundo melhor.
Pequenas ações podem gerar grandes impactos e eu procuro fazer a minha parte com verdade e consciência.
10- Para finalizar, que mensagem você gostaria de deixar para as mulheres neste mês especial?
Que cada mulher reconheça a sua força, a sua história e o seu valor. Não existe um único caminho , cada uma tem sua própria jornada. Que possamos nos apoiar mais, nos respeitar e ocupar todos os espaços que desejarmos, com coragem, autenticidade e propósito. Lugar de mulher é onde ela quiser estar.

Ao longo deste mês , celebramos conquistas, refletimos sobre desafios e, principalmente, abrimos espaço para mulheres que inspiram que constroem seus caminhos com coragem e propósito.
Que este encerramento não seja um ponto final, mas um recomeço. Que possamos levar adiante tudo o que foi despertado . Mais união, mais consciência e mais protagonismo feminino.
Porque o lugar da mulher não se limita a uma data… ele é todos os espaços que ela decide ocupar.
Até a próxima !
Edição e revisão: Isabel Kurrle