Para Que Servem as Emoções, Senão Para Nos Guiar?

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Emoção não é fraqueza – É sistema de navegação. Quando entendemos o que cada emoção tem como objetivo para nós, paramos de lutar com elas e começamos a usar a inteligência que elas carregam. Veja:

O nojo é recusa, um alarme dizendo: “não é para mim.” – Ele protege, mostra os limites do seu mundo, alerta os seus gostos e valores. Vai do repúdio a alimentos estranhos até a recusa de ambientes ou condutas que ferem a sua ética.

Ao sentir nojo, você pode identificar o que exatamente quer recusar (coisas que você discorda e/ou que podem lhe fazer mal). Depois disto, seja sincero com os seus desejos, nomeando o seu limite e voz clara.

A raiva impulsiona, nos exige atitude, é carregada de força, devemos usá-la com sabedoria, cautela e propósito – Ela é energia de correção. Surge quando algo importante foi violado (um desejo, um de seus valores). Exige cuidado para não explodir pois a raiva serve para destruir, porém, devemos fazer isto de forma direcionada.

É hora de compreender que o que parece um absurdo, é um desejo de transpor e/ou transformar, destruindo o que realmente deve ser destruído, que comumente não é alguém ou alguma coisa.

Quem sabe aqui aquele pedido objetivo? Que solicite de forma verificável, o que precisa mudar, por quem e até quando? Ou mesmo, perceber que é alguma falta sua, algo em você que precisa ser desenvolvido para que consiga realmente chegar aonde quer, um recurso interno, aprender alguma coisa para superar o que está impedindo de chegar.

O medo, o preparo, o protetor – É um sensor de risco. Ele pergunta: “estás seguro?”. Em vez de paralisar, use-o para preparar. Aqui, você pode identificar os riscos oferecidos pelo desafio a seguir e a melhor forma de lidar com eles é preparando-se para o que está por vir, e é aqui que você começa a se sentir pronto, preparado para o desafio que vem a seguir, e percebe que medo bem usado vira – prudência.

Saiba que muitas vezes, você deverá seguir com medo mesmo, pois a falta do movimento pode ser a pior das escolhas, porque no pior das piores, você vai aprender alguma coisa nova! Faça, e prepare-se novamente, corrigindo com o aprendizado.

A tristeza já é um convite para o pensar, é hora de parar para refletir, não de agir. É tempo de pausar.

Foto crédito: Freepik

A tristeza organiza as perdas, encerra os ciclos e abre espaço de lucidez. É a emoção que antecede escolhas sábias, sob a tristeza é hora de reduzir os estímulos, acalmar a mente e definir o que terminou, o que fica de tudo e o que começa. Pergunte: “Aqui, o que aprendi? O que desejo de verdade?”

As emoções – Como controlar?

Elas devem ser controladas? Uma vez que você já identificou o que cada uma das emoções nos proporciona, é hora de transformá-las em aliadas! Comece nominando o que está sentindo, este é um ótimo caminho para o autoconhecimento. Muitas pessoas não se conhecem a este ponto – Desenvolva.

Quando damos nome ao que estamos sentindo, temos o ponto de partida de nosso guia prático para das emoções! e é isto que vai definir então o próximo passo! este é um grande ponto para que você perceba que é pontual, que se trata daquele momento, não “do sempre” e nem “de quem você é”… as emoções, elas passam. E quando você percebe isto, percebe também que nominá-las, ajuda a diminuir a intensidade (da emoção).

Após nominá-la e sentir que a intensidade dela já reduziu, é hora de entender a função dela de acordo com o “guia que você acabou de ler (acima) e depois, aí você já sabe – Seja aliado das suas emoções e use o guia completo! este é o autoconhecimento tão desejado, isto é ter controle emocional!

Edição: Isabel Kurrle

Foto crédito: Google

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