De alguma maneira, tudo é um grande experimento. Por um tempo, você pode achar que algo é o seu ponto forte e acreditar com fé nisso.
Que você prosperará em outro lugar fazendo do mesmo jeito ou se ficar 20 anos em tal local de trabalho vai ser visto.
Experiência e experimento são diferentes.
Sem contar a cultura que separa os dois. Experiências são testes? Ou são mais seguras? e experimentos? sabemos onde vai dar? Thomaz Edison experimentou até chegar na luz.
O que atravessa a experiência anterior e a nova? que resquícios levamos? um tapete é um tapete para uns e para outros, peça fashion. Experimentou fazer um buraco no centro e vestir.
Mas sem tentar se tirar da zona de conforto, não acontece desconforto. Conflito e ousadia.
Mas tem gente que foge de mudança. De conflito…mas não é na divergência que se cria? na indignação? na vontade de querer outro patamar?
O que nos torna intrépidos, afinal, está no tempo que usamos para desenvolver a ideia que surge a partir do quebra-cabeça de conexões que temos das vivências históricas, das gerações, do que estudamos e cremos, das narrativas que compramos e vendemos, do repertório cultural que adquirimos. Dos hábitos.
Passe uma noite fazendo de conta que você é um artista e tente criar algo que você goste a partir de referências e coisas que tem em mãos.
Às vezes, uma tinta de tecido e uma camiseta só precisam marcar encontro com suas mãos habilidosas e você descobre, afinal, que pode levar jeito. Ou então que precisa urgente de uma costureira.
Mas e se der super certo?
Edição: Isabel Kurrle